14-07-2011 15:25
Florestar, reflorestar, regenerar com biodiversidade sustentável.
A biodiversidade favorece a qualidade de vida e valorização dos ecossistemas, a preservação dos recursos naturais e incrementa uma perspectiva presente e futura de rentabilidade económica de curto e longo prazo.
A biodiversidade é rentável.
Estudando afincadamente as interligações biológicas dos elementos da natureza compreende-se que a monocultura funciona em, desfavorável qualidade de vida adquirida pelo consumo dos seus produtos, diminuição de produtividade natural e desertificação da terra com prejuízos económicos de médio e longo prazo para o produtor e para a sociedade. Para a sociedade basta dizer que a alimentação que temos incrementa as doenças que vamos ter.
Com a biodiversidade o produtor beneficiará de diminuição de gastos em químicos de prevenção de pragas, menor incerteza da colheita, maior diversidade de produtos colocados em vários mercados, diminuição do risco de sujeição ás variáveis climatéricas dos anos de produtividade natural das colheitas, diminuição da necessidade de fertilizar a terra, porque:
- a biodiversidade cria a fertilização natural;
- a biodiversidade cria mais produtividade económica devido à comercialização de maior variedade de produtos e menor sujeição a riscos climatéricos;
- a biodiversidade aumenta o leque de produtos para variados mercados e os valores de compensação, mercado alimentar, mercado da industria farmacêutica, mercado da industria química, mercado da industria das matérias nobres, mercado de construção e mercado energético;
- a biodiversidade também cria na produção pecuária melhorias da qualidade de vida dos animais com base na diversificação da sua alimentação e beneficiando a qualidade dos produtos inerentes.
Toda a introdução de novas espécies deve ser avaliada e contribuir para um maior equilíbrio do ecossistema.
A utilização responsável dos recursos naturais de biodiversidade deve ser uma preocupação presente como grande iniciativa de consciencialização da sociedade, não limitada apenas ao ambiente e á economia..
Destinatários:
Entidades públicas gestoras dos baldios
Entidades públicas possuidoras de terrenos rurais e florestais
Proprietários de terrenos semi-abandonados
Produtores agro-florestais
Agricultores que tenham a preocupação da agricultura natural.
Utilizar o conhecimento ao serviço do agricultor-florestal e do agricultor:
Etapas:
Primeiro – Avaliar e analisar as especificidades do terreno, pois cada terreno e clima têm o seu ecossistema de biodiversidade.
Segundo – Determinar as formas de interligação de árvores de grande porte e baixo porte, folha caduca e permanente, fruteiras e madeira, arbustos e plantas rasteiras, etc.
Terceiro - Planificar o modo de limpeza selectiva da floresta com preocupação da regeneração natural,
Quarto – Planificar a gestão dos resíduos vegetais da limpeza que devem ser utilizados na melhoria do solo com utilização de fossa de compostagem e utilização de espaços de horta rotativa.
Quinto - Determinar a sustentabilidade do plano e a sua viabilidade económica.
À Módio compete:
- Avaliação das características do solo
- Diagnóstico das necessidades do solo,
- Orçamento
- Elaboração do projecto,
- Execução inicial do projecto,
- Estudo de viabilidade económica,
- Informar sobre produtos a explorar e
mercados e industrias a que se destinam.
Contactar: modiobio@gmail.com
Tlm: 936 312 905
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